Luminária para cabeceira: oito peças e o que separa uma da outra
A luminária de cabeceira se decide pelo alcance, não pelo estilo. A luz precisa chegar à página sem lavar a parede e sem ofuscar quem está deitado ao lado. Isso separa três respostas: a arandela de braço, que avança sobre a cama, a arandela de corpo curto, que fica rente à parede, e o pendente, que desce ao lado do móvel.
Arandela de braço ou de corpo curto?
Depende de onde o livro está. A Malu tem braço, com alcance de 549 a 842 mm: o globo de vidro sai da parede e leva a luz para cima da página. A Buriti faz o contrário, com 210 mm de altura e 130 mm de projeção, um corpo curto que não avança sobre a circulação e ilumina a própria parede.
E quando não há comando ao lado da cama?
Existe a arandela que acende nela mesma. A Dirham com interruptor traz o comando no corpo da peça e dispensa o ponto comandado na parede, que é o que costuma faltar em reforma.
Pendente ao lado da cama funciona?
Funciona quando ele desce ao lado do móvel e libera a superfície da mesa de cabeceira. A Ducto é o cilindro de foco em três instalações, com diâmetro de 22 a 100 mm, então dá para escolher entre o ponto discreto e o corpo com presença. A Allen atravessa quatro alturas com o mesmo corpo de vidro, de 249 a 1.620 mm, e serve pendurada, na parede, sobre o móvel e no piso.
Como manter o mesmo desenho nos dois lados da cama?
Escolhendo família que existe em mais de uma tipologia. A Jazz, de Tiago Curioni, existe em quatro tipologias, de 110 mm de largura a 2.240 mm de altura, o que troca a pergunta de qual luminária combina com qual para onde cada uma entra. A Dirham resolve o mesmo juntando o globo de vidro e o foco dicroico na mesma peça.
E se a peça precisar ser bonita apagada?
A Ares é uma esfera de vidro de 100 mm que continua legível com a luz desligada. Sai em pendente e arandela, com 7 a 42 W, fluxo de 320 a 1.980 lm e IRC acima de 90. Para a parede em escala menor, a Arandela Aliança, de Karen Mazzo, traz o repertório do pendente com uma, duas ou três lâmpadas G9.
O que conferir antes de fechar
Três medidas, todas na ficha de cada código: a projeção da peça sobre a cama, a altura em relação à cabeceira e a temperatura de cor. Para o quarto, a luz mais quente é a que não atrapalha o sono, e o critério está em temperatura de cor.
Textos escritos por quem projeta e fabrica a peça, na fábrica de São Bernardo do Campo.
Perguntas frequentes
Qual a melhor luminária para cabeceira de cama?
Depende do alcance que a leitura exige. Arandela de braço, como a Malu, leva a luz até a página com alcance de 549 a 842 mm; arandela de corpo curto, como a Buriti, ilumina a parede sem avançar sobre a circulação.
Dá para instalar arandela de cabeceira sem quebrar a parede?
Quando o ponto de luz já existe e falta só o comando, sim: a Dirham com interruptor acende na própria peça, sem depender do interruptor comandado da parede.
Pendente pode ser usado na cabeceira?
Pode, e libera a superfície da mesa de cabeceira. A Ducto tem 39 códigos com diâmetro de 22 a 100 mm, e a Allen atravessa quatro alturas com o mesmo corpo, de 249 a 1.620 mm.
Como usar a mesma peça dos dois lados da cama?
Escolhendo família com mais de uma tipologia. A Jazz tem 33 códigos em quatro tipologias e a Dirham, 7, o que permite repetir o desenho variando a instalação de cada lado.
Qual temperatura de cor usar no quarto?
A mais quente. No quarto a luz de cabeceira acompanha o fim do dia, e a escolha entre 2700 K e 3000 K muda a percepção de descanso. O critério completo está no texto sobre temperatura de cor.